Pesquisadores dos Estados Unidos desenvolveram um programa de computador que analisa imagens de ressonância magnética e consegue apontar o que as pessoas estão vendo. Enquanto passavam por ressonâncias magnéticas, os voluntários viam fotografias. O software acertou nove em cada dez imagens. Estima-se que, em 30 ou 50 anos, os avanços podem ter implicações sérias na privacidade das pessoas.